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quinta-feira, 10 de março de 2011

Imposição de uma zona de exclusão aérea, bloqueio marítimo à entrada de armas e criação de um corredor para fornecer ajuda humanitária à Líbia em anál

Imposição de uma zona de exclusão aérea, bloqueio marítimo à entrada de armas e criação de um corredor para fornecer ajuda humanitária à Líbia em análise em Bruxelas.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos 27 países da União Europeia e os ministros da Defesa da NATO, reúnem-se nesta quinta-feira (10/03/2011) em Bruxelas, para definir uma estratégia comum para a Líbia.

Deverão ser também adoptadas medidas mais coercitivas e novas sanções, designadamente no que diz respeito ao Banco Central e ao fundo soberano líbio que gere as receitas do petróleo e gás.
Mas a comunidade internacional continua dividida quanto à possibilidade de imposição de uma zona de exclusão aérea, pois como referiu o secretário norte americano da Defesa Robert Gates, tal implicaria uma intervenção militar contra as tropas de Kadhafi.

A França e a Grã-Bretanha defendem esta exclusão aérea e pretendem apresentar uma resolução neste sentido no Conselho de Segurança da ONU, mas os Estados Unidos, a China, que preside actualmente este orgão da ONU e a Rússia, que dispõem de direito de veto hesitam, tal como a África do Sul e a Índia.
Os paises da Liga Árabe reúnem-se no próximo sábado no Cairo para debater esta questão, à qual em princípio não são hostis, tal como a Organização da Conferência Islâmica. Entretanto Muammar Kadhafi lançou uma forte ofensiva diplomática e enviou nesta quarta-feira (9/03/2011) emissários ao Egipto, à ilha de Malta e a Portugal, membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU, mas que preside o comité das Nações Unidas para as sanções à Líbia.
Miguel Monjardino, especialista em geoestratégia na Universidade Católica de Lisboa, entrevistado por Liliana Henriques

Fonte: http://www.portugues.rfi.fr/africa/20110310-ue-e-nato-analisam-possibilidade-de-intervencao-militar-na-libia

terça-feira, 8 de março de 2011

União Europeia ajuda Timor-Leste com 39 milhões de euros

“Este país, realmente, merece todo o nosso apoio”, afirmou o comissário europeu Andris Piebalgs. A União Europeia vai doar 39 milhões a Timor-Leste para apoiar o desenvolvimento do país. A maior fatia (23 milhões) está destinada ao apoio à agricultura e a programas de erradicação da pobreza. O resto está destinado ao apoio ao Parlamento, sistema judicial e ainda organizações não-governamentais (ONG).
“Apoio ao desenvolvimento da democracia, ou seja, para o Parlamento e para o sistema judicial. Em segundo lugar, assinei um acordo financeiro para apoiar a liberdade e a diversidade da imprensa e ainda organizações não-governamentais.
Mas grande parte do dinheiro, 23 milhões de euros, vai para as áreas rurais, em particular para apoio à agricultura e eliminação da pobreza”, indicou à Rádio Renascença o comissário europeu do Desenvolvimento, que está em Timor. Andris Piebalgs será o portador do cheque de Bruxelas para Díli.
“Este país, realmente, merece todo o nosso apoio, porque começou de forma muito frágil e acho que todos os portugueses devem ficar orgulhosos com esta ajuda. Timor-Leste optou por um modelo de desenvolvimento muito europeu e a língua oficial é o Português, uma das línguas da União Europeia. Então, acredito que pode ser um entreposto europeu na Ásia”, defende o comissário.

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Fonte: http://emm.newsbrief.eu